

VITÓRIA – Enquanto Brasília exige cada vez mais competência técnica e capacidade de articulação, o Espírito Santo começa a definir seus nomes mais preparados para compor a bancada capixaba em 2026. No topo dessa lista, o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (União Brasil), consolida sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados, sustentado por um currículo de resultados que poucos políticos podem ostentar.
Ao seu lado na corrida, embora em um campo de atuação diametralmente oposto, está o deputado Lucas Polese (PL). Contudo, a diferença entre os dois projetos é clara: enquanto Polese foca no embate ideológico e na crítica ao governo estadual, Marcelo Santos se posiciona como o homem do resultado, o líder que prefere o diálogo à gritaria e o trabalho ao radicalismo.
Diferente de lideranças que se perdem em bolhas ideológicas, Marcelo Santos construiu sua força no centro-direita equilibrado. Sua presidência na ALES é marcada pela estabilidade institucional e pela habilidade única de transformar diálogo em benefício para quem produz.
O impacto de sua gestão é sentido no prato e no bolso do capixaba. Como principal viabilizador do projeto Arranjos Produtivos, Marcelo revolucionou a agricultura familiar, atingindo a marca impressionante de mais de 1 milhão de mudas entregues. No Norte e Noroeste do estado, ele não é apenas "mais um deputado", mas sim a voz que garante o sustento do homem do campo. Sua presença em Brasília representa a garantia de que os interesses do agronegócio capixaba terão um articulador de peso na capital federal.
Outro diferencial competitivo de Marcelo Santos é sua versatilidade comunicativa. Diferente da direita radical que muitas vezes afasta o eleitor moderado, Marcelo interage com fluidez entre os jovens e as gerações mais experientes. Sua linguagem moderna e sua visão de desenvolvimento regional fazem dele um candidato capaz de unificar nichos variados do eleitorado, desde o grande produtor rural até o jovem empreendedor das cidades.
Enquanto Lucas Polese busca consolidar sua base no PL através da fiscalização incisiva e da pauta conservadora — mantendo o tom de oposição ferrenha em Vitória — Marcelo Santos oferece o equilíbrio. A ida de Marcelo para Brasília é vista como um "upgrade" necessário para o estado, levando a experiência de quem sabe gerir o Legislativo e abrir portas para o desenvolvimento.
Para o eleitor do Noroeste, a escolha em 2026 começa a ficar nítida: de um lado, a manutenção do combate ao sistema; do outro, a oportunidade real de ter na Câmara Federal um deputado com trânsito livre, capacidade de entrega comprovada e um compromisso inabalável com a agricultura familiar e o progresso regional.